Flewitt que é engenheiro de carreira, antes de chegar a McLaren em 2012 como diretor de operações, já havia trabalhado na TWR, AutoNova AB, Rolls Royce, e Bentley, foi o responsável pela consolidação da empresa como uma das mais importante do mundo dos superesportivos, onde até a sua chegada ao cargo de CEO, a empresa só dispunha do modelo MP4-12C, que foi fabricado entre 2011 e 2014.
“Sinto-me extremamente orgulhoso por ter liderado a McLaren Automotive durante quase uma década de grande sucesso e tendo o privilégio de ter desempenhado um papel nesta incrível história da McLaren”, iniciou o comunicado de Flewitt a imprensa.
A pandemia do novo coronavirus quase gerou um efeito devastador na companhia, onde boa parte do trabalho de costurar acordos comerciais e manter o leme do barco no seu prumo rumo a uma recuperação, tem no trabalho de Flewitt uma grande importância, sobretudo no que diz respeito ao incremento de vendas que a empresa teve neste período, mesmo com a economia mundial em decadência.
E, como todo bom líder, Flewitt não deixou de exaltar a equipe no qual conduziu ao longo destes oito anos como CEO da empresa: “O sucesso desta jovem empresa é um testemunho de todas as pessoas apaixonadas e talentosas com quem tive o prazer de trabalhar e estou ansioso para ver o sucesso continuar”, disse.
Em comunicado assinado por Paul Walsh, presidente executivo do grupo McLaren, a nota salientou a importância de Flewitt para a empresa: “Mike foi fundamental para que a McLaren agora seja reconhecida como uma das principais marcas de superesportivos do mundo, ao nos ajudar a alcançar tal sucesso, algo que os nossos rivais demoraram várias décadas para o fazer. Agradecemos ao Mike pela sua imensa contribuição e lhes desejamos o melhor nos seus projetos futuros”.
No mesmo comunicado foi informado que Michael Macht, diretor não executivo do Grupo McLaren, ocupará interinamente o cargo de CEO da divisão de automóveis do grupo.
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