O episódio em questão se deu na volta 48 da etapa paulista da Fórmula 1, quando o piloto holandês da Red Bull Racing atrasou sua freada no final da reta oposta e acabou obrigado a saída de pista dele e de Lewis Hamilton, que disputava a posição.
Na ocasião os comissários de prova avaliaram que foi um incidente normal de corrida, porém na terça-feira as imagens da câmera onboard do carro de Verstappen foram divulgadas e com isto, a equipe alemã apelou ao tribunal da FIA.
No comunicado a entidade máxima do automobilismo mundial diz que não há motivos para a abertura de uma investigação, dando como suficientes as provas avaliadas na ocasião do incidente.
Leia abaixo os principais pontos do comunicado da FIA.
No momento da avaliação os comissários sentiram que tinham informações suficientes para tomar uma decisão, o que posteriormente se alinhava com os comentários pós-corrida de ambos os pilotos envolvidos.
Se tivessem considerado que o vídeo da câmara frontal do carro 33 era crucial para a tomada de decisão, teriam simplesmente colocado o incidente sob investigação e tomariam uma decisão após este vídeo estar disponível.
O vídeo não mostra nada de excepcional e que seja particularmente diferente dos outros ângulos que estavam à disposição na ocasião, ou que altere particularmente a decisão baseada nas filmagens originalmente disponíveis naquele momento.
Desta forma, sem uma punição ao carro #33, o segundo lugar de Verstappen é mantido e desta forma, a diferença de 14 pontos para Hamilton permanece inalterada.
Foto: Reprodução
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