No próximo ano os carros da categoria de topo passam a se chamar Rally1 e junto ao novo nome, entra em cena as unidades de potência híbridas, já comum em diversas outras categorias do automobilismo mundial e que agora estreia nos rallys.
Hoje o Conselho Mundial da FIA anunciou mais alguns detalhes das novas regras e estas dizem respeito às novas unidades de potência: cada carro terá direito apenas a duas unidades à combustão para toda temporada e tal como já acontece na Fórmula 1, quem exceder este limite será penalizado, cujos detalhes destas penalizações serão ainda anunciados.

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Já o sistema híbrido fica limitado a nove unidades para os times de fábrica e uma a mais para os privados.
"O número de motores permitidos para cada fabricante foi reduzido de três para dois [em 2022], enquanto o uso de unidades híbridas por temporada (testes não incluídos) para carros inscritos para o Campeonato de Fabricantes foi limitado a um conjunto de nove ao longo da temporada, com uma unidade híbrida e um sistema híbrido sobressalente permitidos em cada rally para todos os demais carros Rally1 [dos times privados], visando cumprir as medidas de redução de custos do Rally1”, disse o comunicado da FIA.
E o comunicado continua informando o aumento em 10 Kg a mais para o peso mínimo dos carros, como forma de evitar que as equipes busquem materiais mais leves para a composição dos seus carros, que na maioria das vezes são mais caros.

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"No novo regulamento técnico houve ainda alterações na classe Rally1 para incluir o aumento do peso mínimo do carro em dez quilos para limitar os custos”.
Ou seja, tanto a FIA, quando a organização do campeonato estão fechando as lacunas existente em busca de baixar os custos da categoria e com isto atrair novos fabricantes para o WRC, que hoje conta com a Hyundai e a Toyota como times oficiais de fábrica e a M-Sports que recebe apoio da Ford.
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